ACIDENTES REALMENTE DEPRECIAM O VEÍCULO?

Além de muito incômodo, outra consequência do acidente de trânsito é a depreciação do veículo, isto é, a desvalorização do valor de mercado do automóvel em virtude do sinistro.

Não há dúvidas que a depreciação no veículo se trata de um dano material e, como tal, é passível de indenização. Porém, ao recebê-la e realizar o conserto do veículo ainda não é possível remover o acidente do histórico dos documentos.

Ao substituir as peças originais, renovar a pintura e entre outros itens, o veículo perde sim o seu valor e entra em depreciação. Por mais que colisões, enchentes e furtos deixem suas cicatrizes, o passado de um veículo sempre pode ser bem maquiado por serviços realizados em oficinas ou “martelinhos de ouro”. Por isso, até mesmo para especialistas, analisar veículos usados apenas “no olho” pode ser um mistério.

Para eliminar qualquer dúvida, o ideal é realizar uma vistoria de avaliação antes da compra. Caso o resultado do laudo seja veículo “sinistrado” ou “REM” (chassis remarcado), evite comprar o veículo. Devido ao histórico de problemas graves, eles sofrem uma depreciação de 20% a 30% no momento da revenda.

Além da vistoria, você pode contar com a Union para realizar consultas sobre o histórico do veículo em questão. Nossas consultas podem gerar mais de 160 itens de verificação em um só veículo, com dados atualizados e precisos, o que garante que sua compra será segura e sem erro.

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